A pergunta vem antes do modelo.
Recusamos briefings que começam com a tecnologia (“queremos um modelo de IA generativa”). Insistimos em devolver a conversa para o problema concreto: qual decisão muda, quem decide, quando, com que custo de erro.
A Nexo Estratégico foi fundada em São Paulo em 2019 por dois ex-pesquisadores em economia aplicada. Crescemos devagar e por indicação. Não temos vendedor — quem fala com você é quem vai escrever o código.
Por que tantas decisões corporativas no Brasil são tomadas com dado ruim, quando existe tanto dado bom disponível? Em 2019, depois de seis anos atuando dentro de grandes empresas como analistas internos, percebemos que o gargalo raramente era técnico. Era de processo: ninguém tinha tempo para fazer a pergunta de fato, modelar com cuidado e documentar a resposta para que outras pessoas pudessem questioná-la.
O Nexo Estratégico nasceu para fazer exatamente isso, em ciclos de quatro a doze semanas, com times pequenos e contratos simples. Operamos sem comissionados, sem revenda de software e sem estagiários invisíveis. Tudo o que entregamos é assinado por quem fez.
Em seis anos, atendemos 23 clientes ativos hoje em varejo, SaaS B2B, logística, indústria de bebidas, saúde suplementar e setor público municipal. Mais de 80% dos contratos chegam por indicação direta de quem já trabalhou com a gente.
Três princípios escritos no primeiro dia do estúdio e revisados todo ano. Eles guiam a forma como recusamos, aceitamos e conduzimos cada projeto.
Recusamos briefings que começam com a tecnologia (“queremos um modelo de IA generativa”). Insistimos em devolver a conversa para o problema concreto: qual decisão muda, quem decide, quando, com que custo de erro.
Cada análise que sai do estúdio vem com um documento técnico curto que descreve fonte, transformação, hipótese e limitação. Se o número aparece numa reunião, qualquer pessoa pode ler como ele foi calculado.
Documentamos código, escrevemos runbooks e fazemos transferência ativa. O sucesso de um projeto se mede um ano depois — pela capacidade do time interno de manter, questionar e evoluir o que construímos.
Não temos ninguém entre você e o trabalho. Cada projeto tem um responsável técnico nomeado e um par de revisão. Estes são os cinco.
Doutora em Econometria pela FGV. Conduz os projetos de previsão de demanda e séries temporais. Onze anos atuando com modelos hierárquicos.
Ex-engenheiro do Magazine Luiza e Stone. Cuida da arquitetura, do dbt e de tudo que precisa rodar todo dia às seis da manhã sem falhar.
Mestre em Estatística pelo IME-USP. Lidera os projetos de churn, propensão e segmentação. Escreve mais documentação do que código — de propósito.
Vem do design editorial. Desenha os painéis e cuida para que cada gráfico responda a uma pergunta clara, e não decore a parede.
Decisões corporativas no Brasil ainda são tomadas no susto. A gente trabalha para que menos reuniões importantes terminem com a frase “vamos decidir no feeling”.